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TEXTO 9
O carioca Joel Rufino dos Santos (1941-2015),
além de escritor, foi historiador e professor (da
UFRJ e um dos intelectuais de referência sobre o
estudo da cultura africana no país.
O texto a seguir é um fragmento adaptado do
artigo Joel Rufino e o negro em cena, de Eduardo
de Assis Duarte, publicado na revista LITERAFRO.
Joel Rufino dos Santos figura indubitavelmente
entre os mais destacados intelectuais negros brasileiros, com dezenas de títulos publicados desde
meados do século passado. Em seu livro A história
do negro no teatro brasileiro, o autor explicita como
o negro aparece inicialmente reduzido a objeto (1)
da escrita e da cena concebida pelo branco. E como,
após o fim da escravatura, é impedido de atuar e
tem que assistir a atores (2) brancos “brochados”
de preto falarem por ele nos palcos. O que parece
inacreditável para muitos ganha estatuto de verdade
histórica: salvo as pouquíssimas (3) exceções que
só fazem confirmar a regra (4), somente a partir
de meados do século XX, com as atividades pionei-
ras do TEN – Teatro Experimental do Negro – este
começa a se erguer a sujeito de seu discurso e a
colocar em cena corpo, voz, fala e dramas por tanto
tempo impedidos de chegar as plateias (5).
Indique a alternativa que apresenta a sequência correta relativamente ao uso do acento indicativo da crase em cada uma das expressões em destaque.
(1) a – (2) a – (3) as – (4) a – (5) às.
(1) à – (2) a – (3) as – (4) a – (5) as.
(1) à – (2) à – (3) as – (4) a – (5) às.
(1) a – (2) a – (3) as – (4) a – (5) as.
(1) a – (2) à – (3) às – (4) a – (5) as.