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A vida é para todos um fato cotidiano. A vida é um fato...

A vida é para todos um fato cotidiano.

A vida é um fato cotidiano pela dinâmica de suas contradições.

É um fato cotidiano pelo equilíbrio de seus polos contrários.

O homem não poderia viver sob o sentimento dessas contradições e desses contrários.

O poeta vive no vórtice dessas contradições.

Ele vive também no eixo desses contrários.


As frases acima articulam-se com clareza, como um parágrafo devidamente pontuado, em:


A

A vida é para todos um fato cotidiano, pela dinâmica de suas contradições e pelo equilíbrio de seus polos contrários, sob cujo sentimento o homem não poderia viver. O poeta, no entanto, vive no vórtice dessas contradições e no eixo desses contrários.


B

Sendo a vida para todos um fato cotidiano, pela dinâmica de suas contradições, além do equilíbrio de seus polos contrários. O homem não poderia viver sob o sentimento dessas contradições e desses contrários, como o poeta vive em seu vórtice. E também no eixo desses contrários.


C

A vida, pela dinâmica de suas contradições, é um fato cotidiano. Também é pelo equilíbrio de seus polos contrários que o homem não poderia viver sob cujo sentimento. O poeta vive no vórtice dessas contradições, conquanto vivendo também no eixo desses contrários.


D

A vida, sendo para todos um fato cotidiano, cuja dinâmica de suas contradições e equilíbrio de seus polos contrários. O homem não poderia viver sob esse sentimento, visto que o poeta vive no vórtice dessas contradições e vive também no eixo desses contrários.


E

O fato cotidiano, que é a vida para todos, pela dinâmica de suas contradições e o é pelo equilíbrio de seus polos contrários. Não podendo o homem viver sob o sentimento dessas contradições e desses contrários, o poeta vive no vórtice delas. Vive também em seu eixo.