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Leia o texto a seguir e responda às questões de 07 a 12:
Durante as minhas horas de intensa alegria e felizes sucessos, só uma saudade me fazia triste: era a ausência de meu pai. Ele que me dera tão bons conselhos e os meios de realizar o meu sonho, não mais estava neste mundo para ver que eu “me tinha feito um homem”. É costume oriental fazer recair sobre os pais todo o mérito, toda a glória, que um homem conquiste na vida. Esta maneira de ver pode ser criticada ou desaprovada, porém, no meu caso, ela seria muito justa, pois, tudo devo a meu pai: conselhos, exemplos de trabalho, de audácia, de economia, sobriedade e os meios com os quais pude realizar as minhas invenções. Tudo lhe devo, desde os exemplos.
Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós veremos”, de Santos Dumont, 1918.
Analise o verbo “dever”, presente em “tudo devo a meu pai”, e assinale a alternativa que o classifica e interpreta CORRETAMENTE.
Trata-se de um verbo intransitivo direto, e o sujeito da frase é o próprio autor do texto.
O verbo dever é bitransitivo, ou seja, admite um objeto direto “tudo”, e um objeto indireto “a meu pai”.
Trata-se de um verbo de ligação que liga o sujeito ao predicativo do sujeito, a saber, “meu pai”.
O sujeito da frase é “tudo”, e o verbo dever é transitivo indireto, cujo objeto indireto é “a meu pai”.
O verbo “dever” não possui nenhum sujeito na frase, admitindo somente dois objetos, “devo” e “tudo”.