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Ao discutir a escrita na escola, João Wanderley Geraldi (1997) pondera que
a produção de texto só faz sentido quando os próprios alunos corrigem seus textos, sem intervenção docente.
o professor deve centrar sua atenção na correção de redações com base nos critérios da norma-padrão da língua.
a avaliação de textos perdeu seu lugar no ensino, por isso o aluno ganha a condição de sujeito de seu discurso.
a escola descaracteriza o aluno como sujeito, sendo que o uso que se faz da língua nesse contexto é artificial.
a forma de garantir o aspecto político da educação é justamente com a correção efetiva dos textos dos alunos.