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A respeito da palavra “regência”, em “Casou com uma...

Leia o texto e responda às questões de 01 a 08, a seguir:


O assassino era o escriba

Paulo Leminsky


Meu professor de análise sintática era o tipo do

sujeito inexistente.

Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,

regular como um paradigma da 1ª conjugação.

Entre uma oração subordinada e um adjunto

adverbial,

ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito

assindético de nos torturar com um aposto.

Casou com uma regência.

Foi infeliz.

Era possessivo como um pronome.

E ela era bitransitiva.

Tentou ir para os EUA.

Não deu.

Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.

A interjeição do bigode declinava partículas

expletivas,

conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.

Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.

A respeito da palavra “regência”, em “Casou com uma regência”, é INCORRETO afirmar que:


A

Regência é o nome dado à relação dos termos de uma oração, sendo que há termos que regem, e outros que são regidos, numa relação de complementação de sentido.


B

Em Língua Portuguesa, há regência verbal, quando o termo regente é o verbo, e regência nominal, quando o termo regente é um substantivo, adjetivo ou advérbio.


C

Dentre várias funções, a regência tem como característica primordial indicar qual a preposição que acompanha os termos regidos e regentes.


D

Tanto a regência verbal quanto a nominal não se relacionam com os termos da oração, sendo incorreto afirmar que o processo de análise de regência de verbos e nomes é indispensável ao uso da norma padrão em Língua Portuguesa.