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A oração – … nunca os encontro. (2.º parágrafo) – assume...

Leia o texto para responder às questões de números 19 e 20.


__Outro dia, meu pai veio me visitar e trouxe uma caixa de caquis, lá de Sorocaba. Eu os lavei, botei numa tigela na varanda e comemos um por um, num silêncio reverencial, nos olhando de vez em quando. Enquanto comia, eu pensava: Deus do céu, como caqui é bom! Caqui é maravilhoso! O que tenho feito eu desta curta vida, tão afastado dos caquis?!

__Meus amigos e amigas e parentes queridos são como os caquis: nunca os encontro. Quando os encontro, relembro como é prazeroso vê-los, mas depois que vão embora me esqueço da revelação. Por que não os vejo sempre, toda semana, todos os dias desta curta vida?

__Já sei: devem ficar escondidos de mim, guardados numa caixa, lá em Sorocaba.


(Antônio Prata, Apolpando. Folha de S.Paulo, 29.05.2013)

A oração – … nunca os encontro. (2.º parágrafo) – assume, em voz passiva, a seguinte redação:


A

… eu nunca encontro eles.


B

… eles nunca têm sido encontrados por mim.


C

… nunca se encontram eles.


D

… eu nunca os tenho encontrado.


E

… eles nunca são encontrados por mim.