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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Simplifique
Um professor de Filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da mesa e escreve no quadro: "Provem-me que esta cadeira não existe".
Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto. No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras na folha e entrega-a ao professor. Este, quando a recebe, não pôde deixar de sorrir depois de ler: "Que cadeira?"
Conclusão: Não procure chifres em cabeça de cavalo ou pelo em ovo. Opte pela simplificação.
Acesso em: https://palestrante.srv.br/artigos/fabula-e-parabola/que-cadeira
O Novo Acordo Ortográfico lançou diversas dúvidas nos falantes da língua portuguesa e uma delas é o uso de pode e pôde. As palavras são homônimas, ou seja, possuem grafia igual e significados diferentes. A questão envolvendo os termos é o fato do Novo Acordo ter abolido alguns acentos diferenciais. No entanto, o acento circunflexo é utilizado para diferenciar pôde e pode.
No trecho "Este, quando a recebe, não PÔDE deixar de sorrir depois de ler: Que cadeira?", a palavra em destaque é:
Forma do verbo poder no pretérito perfeito do indicativo e é utilizada para indicar uma ação que ocorreu antes de outra ação passada.
Forma do verbo poder no pretérito perfeito do indicativo e é utilizada para indicar uma ação passada habitual.
Forma do verbo poder no pretérito perfeito do subjuntivo e é utilizada para indicar uma ação incerta sobre o fato que se apresenta.
Forma do verbo poder no pretérito imperfeito do indicativo e é utilizada para indicar uma ação passada habitual.
Forma do verbo poder no pretérito perfeito do indicativo e é utilizada para indicar uma ação que teve início e fim no tempo passado.