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Leia o texto para responder às questões de números 11 a 14.
Grande parte das pessoas produz motivos para queixas por suspeitar algo falso ou por valorizar algo desimportante. Com frequência a ira vem até nós; com mais frequência nós até ela. Nunca é preciso convidá-la: mesmo quando nos sobrevém, que ela seja rejeitada. Ninguém diz a si mesmo: “Isto que agora me provoca ira, ou eu próprio já fiz ou poderia ter feito”. Ninguém avalia a intenção de quem faz, mas propriamente o que foi feito. No entanto, é aquela que deve ser examinada: se desejou ou se foi acidental, se agiu obrigado ou por engano, se foi levado por ódio ou por uma recompensa, se cedeu ao próprio desejo ou se se prestou ao de outro. Alguma coisa é fruto da idade de quem agiu mal: outra, de sua condição, de modo que tolerar e aceitar é humano ou útil.
(Sêneca, Sobre a ira/Sobre a tranquilidade da alma)
Assinale a alternativa que substitui, de acordo com a norma-padrão, a expressão em destaque no trecho – “Isto que agora me provoca ira...”.
afeta à
acarreta em
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conscientiza com