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No fragmento: “Aos olhos do mundo o Cristo Redentor...

E NÃO QUE VAI DAR TEMPO?


Em 2009, quando o Rio de Janeiro foi escolhido para sediar a Olimpíada, o Brasil era outro: a economia crescia até então, o desemprego caía e a inflação estava sob controle. Aos olhos do mundo, o Cristo Redentor preparava a sua grande decolagem. Seis anos depois, os índices viraram de ponta-cabeça – e o país enfrenta uma crise como nunca se viu. Mas eis que nem tudo é desgraça: a oito meses da Olimpíada, para surpresa dos céticos, falta muito pouco para tudo ficar pronto. O Parque Olímpico está praticamente terminado. No terreno na Zona Oeste Carioca, onde ficaram as arenas de dezesseis modalidades esportivas, 94% do prometido está de pé. A obra mais atrasada, o centro olímpico de tênis, tem 85% as quadras e das arquibancadas no lugar e pôde sediar um evento-teste, neste mês, como programado. Mesmo os gastos, ao menos aqueles registrados na planilha oficial, permanecem dentro do razoável: as obras olímpicas vão totalizar 6,67 bilhões de reais, pouco mais de 1% acima do esperado. Como competidor global, não foi neste ano que o Brasil decolou. Mas como anfitrião, ele está pronto para fazer bonito.


E não é que vai dar tempo? Revista Veja 2458, ano 46, nº 52. Editora Abril, 30 de dezembro de 2015, p. 77.

No fragmento: “Aos olhos do mundo o Cristo Redentor preparava a sua grande decolagem”, o sintagma sublinhado está empregado em sentido _____________(conotativo ou denotativo) e retoma:


A

Está empregado em sentido conotativo, retomando de forma ampla, o Brasil e, de forma restrita, o Rio de Janeiro.


B

Está empregado em sentido denotativo, retomando o monumento mais importante do Rio de Janeiro.


C

Está empregado em sentido conotativo, retornando simplesmente a referência a um monumento qualquer do Brasil.


D

Está empregado em sentido denotativo e retoma um lugar turístico.


E

Está empregado em sentido conotativo, retomando o sul do Brasil e os imigrantes italianos.