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A noção de “superestrutura” foi proposta pelo pesquisador holandês Van Dijk, na década de oitenta, como um mecanismo de representação da forma global dos textos, bem como a organização de suas partes. As superestruturas, conforme Van Dijk (1986:158), “são esquemas ou formas convencionais que caracterizavam um tipo específico de discurso. Elas ordenam a sequência textual das sentenças e atribuem funções específicas a tais sequências”.
(Disponível em: https://www.scielo.br/j/er/a/btR63Q99Qg5VCpdVgTkfjYH/?lang=pt. Acesso em: 07/07/2022. Fragmento.)
Nesse sentido, pode-se afirmar que a superestrutura narrativa tem como categorias esquemáticas:
Orientação; complicação; avaliação; resolução; e, moral.
Situação inicial; contradição; linearização; trama; e, solução.
Apresentação; contextualização; ação; aspectualização; e, solução.
Orientação; temporalidade; espacialização; foco narrativo; e, moral.