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O enunciado não é uma unidade convencional, mas uma unidade real, estritamente delimita...

O enunciado não é uma unidade convencional, mas uma unidade real, estritamente delimitada pela alternância dos sujeitos falantes, e que termina por uma transferência da palavra ao outro, por algo como um mudo "dixi" percebido pelo ouvinte, como sinal de que o locutor terminou. Essa alternância dos sujeitos falantes que traça fronteiras estritas entre os enunciados nas diversas esferas da atividade e da existência humana, conforme as diferentes atribuições da língua e as condições e situações variadas da comunicação, é diversamente caracterizada e adota formas variadas.


É no diálogo real que esta alternância dos sujeitos falantes é observada de modo mais direto e evidente; os enunciados dos interlocutores (parceiros do diálogo), a que chamamos de:


A

Dialógos subjetivos, alternam-se nele sem regularidade.


B

Respostas, alternam-se nele sem regularidade.


C

Posição responsiva, podem ou não alternar-se regularmente nele.


D

Réplicas, alternam-se regularmente nele.


E

Retóricas, alternam-se regularmente nele.