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Leia o texto para responder às questões de números 17 a 20.
A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Alfredo Scherer, localizada no município de Venâncio Aires, a 160 km de Porto Alegre (RS), tornou-se modelo para outras instituições de ensino no Brasil quando o assunto é sustentabilidade. Isso porque há mais de um ano, funcionários do colégio coletam as sobras da merenda dos alunos e colocam em um biodigestor, um equipamento utilizado para o tratamento de efluentes residenciais. O dispositivo acelera o processo de decomposição da matéria orgânica por meio da ausência de oxigênio e tem a função de transformar os restos de alimentos em gás de cozinha e biofertilizante. A estrutura do equipamento pode ser usada, ainda, para tratar o esgoto em escolas que não possuem saneamento básico.
O gás é usado nas dependências do colégio para esquentar as refeições dos alunos e funcionários, diminuindo, assim, os gastos com a compra de outros botijões GLP. Já o chorume, também conhecido por líquido percolado, oriundo da decomposição do lixo orgânico, permite a fabricação de um excelente adubo natural que serve como fertilizante para plantas e hortas.
(Luciano Nagel. Em: https://www.uol.com.br/ecoa, 12.11.2022. Adaptado)
A concordância nominal está em conformidade com a norma-padrão em:
Na Escola Alfredo Scherer, os restos de alimentos são transformado em gás de cozinha e biofertilizante.
As refeições estudantil são aquecidas com o gás obtido pelo biodigestor. As dos funcionários também.
O biodigestor permite que sejam produzidos muitos gás e biofertilizante, o que é bom para a comunidade escolar.
A Escola do Rio Grande do Sul mostra que mau utilização dos restos de comida não cabe mais nos dias de hoje.
Na Escola de Venâncio Aires, o gás e o biofertilizante resultantes de matéria orgânica são de grande utilidade.