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Para responder às questões que seguem, foram utilizados fragmentos do texto “Escola como parede ou como rede”, de Fernando José De Almeida, publicado na revista educação em 2022 com adaptações. Se necessário, atenha-se ao que está contido em partes ou no todo do fragmento mencionado na questão.
Fragmento 1 – Rede de mentiras, arapucas, enovelamento, enredamento em enganos… Ou pode ser uma rede que permite o acesso a muitas localidades de maneira colaborativa e com ligações múltiplas e cheia de opções. A escola, afinal, é o quê?
De fato, a escola e as redes virtuais de conhecimento trazem essas duas dimensões, como quase todas as instituições humanas. A perspectiva deste artigo é trazer questões para um exercício crítico de análise do projeto pedagógico e curricular de uma escola: será ela uma proteção e/ou uma rede de convívio? Será ela uma “parede” prisioneira ou uma “rede” de mentiras e enganos – instigando ao consumo ou ao fechamento em bolhas?
Cegalla nos diz que “Fonemas são as menores unidades sonoras da fala. São os sons elementares e distintivos que, articulados e combinados, formam as sílabas, os vocábulos e a teia da frase, na comunicação oral [...]. No sistema fonético do português do Brasil há, aproximadamente, 33 fonemas [...]”. Considerando as colocações de Cegalla acerca de fonemas, avalie as afirmações que seguem relativas a vocábulos do Fragmento 1 do texto:
I. Tanto ‘rede’ quanto ‘mentiras’ têm o mesmo número de letras e de fonemas.
II. Em ‘acesso’ e ‘fechamento’, observa-se a ocorrência de dígrafo consonantal.
III. Nos vocábulos ‘projeto’ e ‘deste’, há encontros consonantais inseparáveis.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.