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Na passagem – E os amantes se entendem sob o signo do...

Leia o trecho da crônica para responder às questões de números 11 a 13.


O amor é inventivo e anula os postulados da lógica. Ele tem sua lógica própria, tão válida quanto a outra. E os amantes se entendem sob o signo do absurdo – não tão absurdo assim, como parece aos não amorosos. Já ouvi no interior de Minas alguém chamar seu amor de “meu bicho-do-pé” e receber em troca o mais cálido beijo de agradecimento.


(Carlos Drummond de Andrade, “A estranha [e eficiente] linguagem dos namorados”. Em: As palavras que ninguém diz)

Na passagem – E os amantes se entendem sob o signo do absurdo... –, o pronome destacado tem o mesmo emprego que no enunciado:


A

O freguês e o garçom se ofenderam por causa de um erro no fechamento da conta.


B

Os livros são muito bons: trata-se de uma coleção elaborada com extremo cuidado.


C

Promoveram-se reuniões durante a semana para discutir o comportamento dos alunos.


D

Era ainda bastante cedo, quando o professor se arrumou e saiu rumo à escola rural.


E

Os filhos reconheceram o comportamento inadequado e desculparam-se com a mãe.