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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
A época em que ser alegre era malvisto
Até o início do século XVIII, em lugares como Reino Unido e nas suas colônias na América do Norte, os historiadores perceberam que as pessoas tinham orgulho de serem um pouco melancólicas.
Isso tinha a ver, em parte, com a lógica cristã, de ter consciência dos seus pecados e de se manter humilde perante os olhos de Deus.
Peter Stearns, autor do livro 'História da Felicidade', cita, nas suas pesquisas, o diário escrito por um chefe de família da época, que defendia que Deus, entre aspas, "não permitia alegria nem prazer, mas sim, uma espécie de conduta melancólica e austera".
"Isso não quer dizer que as pessoas fossem infelizes - simplesmente, não temos como julgar isso de modo imparcial, a partir dos padrões atuais. Até porque a felicidade, obviamente, é algo bastante subjetivo".
O que significa que havia, entre as pessoas da época, a percepção de que era necessário se desculpar por momentos de felicidade, por considerá-los uma afronta a Deus, segundo Stearns.
Mas isso mudou radicalmente no século XVIII, a ponto de, na redação da Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, a busca pela felicidade ter sido considerada um direito humano. A Constituição da França de 1793 também explicitou a ideia de que o objetivo da sociedade é a felicidade comum.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ck5y8nyw1jyo. Adaptado.
Não 'temos' como julgar isso de modo imparcial.
Conjugando o verbo em destaque no pretérito imperfeito do indicativo, tem-se:
Não teremos como julgar isso de modo imparcial.
Não tivemos como julgar isso de modo imparcial.
Não tivéramos como julgar isso de modo imparcial.
Não teríamos como julgar isso de modo imparcial.
Não tínhamos como julgar isso de modo imparcial.