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Durante os últimos anos(1), ao debruçar-me sobre o tema do ensino e da aprendizagem da ortografia, fui percebendo que estava explorando um terreno árido(2), em que coexistem falsas crenças, dúvidas, sentimentos de insegurança ― e também autoritarismo ―, seja por parte de quem ensina a língua escrita, seja por parte de todos os que precisam usá-la na escola e fora dela.
Discutir ortografia é enveredar por um espaço de controvérsias, pois implica enfocar um objeto marcado por preconceitos.(3) Por um lado, existem pessoas que continuam dando à questão ortográfica um peso não só desproporcional, mas também distorcido. Refiro-me aos professores e outros cidadãos que têm uma postura persecutória ante os alunos(4) (ou usuários da língua que já saíram da escola(5)) quando comentem erros ortográficos.(6) No outro extremo, estão os educadores que, por defenderem um aprendizado e um uso da língua escrita mais úteis e significativos(7), enxergam na preocupação com a correção ortográfica um sinal de conservadorismo, de reacionarismo, algo “politicamente incorreto”. (8)
MORAIS, A. G. Ortografia: ensinar e aprender. 5 ed. São Paulo: Ática, 2009. p. 09.
Considerando os pressupostos da sintaxe e da semântica, assinale a alternativa em que as estruturas sublinhadas e numeradas foram categorizadas CORRETAMENTE.
(1)Oração subordinada adverbial temporal;
(2) Oração subordinada substantiva objetiva direta.
(3) Oração coordenada sindética explicativa;
(4) Oração subordinada adjetiva explicativa.
(5) Oração subordinada adjetiva restritiva;
(6) Oração subordinada adverbial temporal.
(7) Oração coordenada sindética aditiva;
(8) Oração subordinada substantiva completiva nominal.