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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 4.
TEXTO I
As lentes de Kieslowski, os filmes de Fellini, as fotografias de Cartier-Bresson, as cerejeiras floridas na primavera japonesa, a tensão que precede a tempestade, lábios carnudos, a luz em Rembrandt, um sorriso largo, o David, um corpo que dança. A lista das imagens captadas pelo olhar que traçam uma espécie de consenso de beleza pode ser infinita.
Aqui só falamos do belo capturado pela visão, empanturrado de subjetividade individual, que atribui às coisas a qualidade do belo ou do feio. Não há precisão nessa experiência da percepção: existe uma ponte entre o que está visível e o que está escondido, uma harmonia de dentro que se expressa no exterior, um mistério íntimo que encanta. Um encontro com a beleza é um encontro sempre da ordem do transcendental.
[...]
BAGNOLI, Helena. Bravo. Disponível em:<http://bravo.vc/seasons/s03e01/>. Acesso em: 22 jan. 2018 (Fragmento adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“Aqui só falamos do belo capturado pela visão, empanturrado de subjetividade individual, que atribui às coisas a qualidade do belo ou do feio.”
Analise, a seguir, as proposições e a relação entre elas.
I. O acento indicativo de crase, nesse trecho, é obrigatório,
PORQUE
II. o verbo “atribuir” rege o acento indicativo de crase nesse trecho, já que se trata de um verbo transitivo direto e indireto.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.