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Segundo Luft (2008, p. 5, adaptado), “em sentido restrito, e mais habitual, regência é a subordinação especial de complementos às palavras que os preveem na sua significação. Assim, ‘cúmplice’, na sua significação, implica ‘co-autoria’ ou ‘envolvimento’ e ‘ato (negativo)’: em ‘cúmplice/com marginais/num crime’, o (nome) adjetivo ‘cúmplice’ rege dois complementos nominais, ‘com marginais’ e ‘num crime’; é um caso de regência nominal. ‘Pôr’, na sua significação, implica ‘objeto (a movimentar)’ e ‘lugar-meta’: em ‘pôr/o livro/na estante’, o verbo ‘pôr’ rege dois complementos verbais, ‘o livro’ e ‘na estante’; é um caso de regência verbal. (...) Outros nomes e verbos dispensam complemento(s): ‘casa’, ‘corpo’, ‘mesa’, ‘rosa’...; ‘azul’, ‘eterno’, ‘moreno’...; ‘bocejar’, ‘chover’, ‘dormir’, ‘morrer’... Regência em sentido restrito é, pois, a necessidade ou desnecessidade de complementação implicada pela significação de nomes (substantivos, adjetivos, advérbios) e verbos. No terreno que aqui interessa, esse necessitar ou prescindir, o verbo, de elementos nominais para completar uma estrutura significativa é o que se chama regência verbal”.
Conforme a definição acima, qual das preposições destacadas nas frases abaixo NÃO é exigida pelo fenômeno de regência?
Fonte: LUFT, C. P. Dicionário prático de regência verbal. São Paulo: Ática, 2008.
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