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Na primeira parte do ensaio “Duas notas sobre Machado de...

Na primeira parte do ensaio “Duas notas sobre Machado de Assis” (Que horas são?), Roberto Schwarz afirma que o autor de Quincas Borba “seria o mais profundamente brasileiro de nossos escritores” (p. 165). De acordo com o crítico, o “brasileirismo”


A

de Machado de Assis é de uma espécie “interior”, que até certo ponto dispensa a “cor local”.


B

reside na alusão marcante a episódios históricos e a particularidades regionais, sem relativização.


C

resulta da luta pelo universalismo, em franco desprezo pelas coisas brasileiras.


D

resulta da ausente preocupação com as fórmulas e as formas de relativizar a dimensão local/universal.


E

pode ser encontrado particularmente nas crônicas, mas não nos romances.