

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
No ensaio “O cosmopolitismo do pobre” (O cosmopolitismo do pobre: crítica literária e crítica cultural), Silviano Santiago indica existir pelo menos duas formas de multiculturalismo, uma “antiga” e outra atual. Sobre elas, é correto afirmar:
O novo culturalismo se afirma pelo reforço dado ao conceito de nação como “comunidade imaginada”.
A nova forma de multiculturalismo precisa incorporar ou considerar somente os desfavorecidos dentro de cada nação, considerada individualmente.
O “antigo” multiculturalismo nega a convivência pacífica entre grupos étnicos e sociais nas nações do Novo Mundo, daí nunca ter defendido a miscigenação.
O antigo multiculturalismo nega o conceito de aculturação que, no caso do Brasil e em conformidade com o exposto, só se fez fortalecer com a ideologia do “homem cordial”.
A reestruturação do antigo multiculturalismo solicita uma teorização que considere na marcha da economia globalizada, duas formas de “desnacionalização”: a da política e a do espaço urbano.