

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Um dos traços que Regina Dalcastagnè analisa na literatura brasileira contemporânea é a posição do narrador: no “lugar daquele sujeito poderoso, que tudo sabe e comanda, vamos sendo conduzidos para dentro da trama por alguém que tropeça no discurso, esbarra em outras personagens, perde o fio da meada” (p. 75) (“O narrador e suas circunstâncias”, Literatura brasileira contemporânea, um território contestado). Uma noção teórica de que se vale a autora para pensar esta questão é
a autoficção, de Serge Doubrovsky.
a escrita de si, de Michel Foucault.
a ilusão biográfica, de Pierre Bourdieu.
o eu biográfico, de Philippe Lejeune.
o herói problemático, de Gyorgy Lukács.