

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Por que tenho de fazer isso?
A vida em casa, com a família, a vida na escola e mesmo a vida no lugar onde trabalhamos é mais ou menos como um jogo de futebol: existem determinadas regras que precisamos obedecer.
No jogo de futebol, como na vida social, é necessário que a convivência entre os jogadores seja amistosa, uma vez que vão jogar como um time, como um conjunto, em que o bom desempenho de cada um vai depender da ajuda dos outros.
Vamos tomar como exemplo as vezes em que o jogador passa a bola a um companheiro: do ponto de vista da proteção, o jogador deve chutar só a bola, não o jogador do time adversário. Essa regra é para a proteção de todos os jogadores. Quanto à organização, o time se divide em atacantes e defensores, com funções e posições bem diferentes no campo. Além dessas regras, para que um jogador não seja punido, precisa obedecer às regras internacionais do futebol: não tocar a bola com a mão (exceto se ele for o goleiro, é claro), não chutar em gol se estiver impedido e assim por diante.
Tanto os jogadores de futebol, se quiserem jogar em um time, quanto nós, se quisermos viver em sociedade, precisamos aceitar muitas regras. A convivência social exige que respeitemos os outros enquanto indivíduos e como coletividade, que sejamos justos, solidários na hora do aperto, honestos e tantas outras coisas. Desde muito pequenos aprendemos as regras de convivência na vida cotidiana com a família, com os amigos, com os colegas, em todos os espaços em que vivemos.
(Maria Helena Pires Martins. Eu e os outros: as regras da convivência. São Paulo: Moderna, 2001. Aprendendo a conviver.)
“No jogo de futebol, como na vida social, é necessário que a convivência entre os jogadores seja amistosa (...)” (2º§) O antônimo da palavra destacada anteriormente é:
Anormal.
Grosseira.
Favorável.
Transparente.