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Assinale a alternativa em que a construção – … guarda-chuva...

Leia o texto para responder às questões de números 12 a 17.


Não sei há quantos anos existe a Casa Loubet, na Rua 7 de Setembro. Também não sei se seus guarda-chuvas são melhores ou piores que os outros; são bons; meu pai os comprava lá, sempre que vinha ao Rio, e herdei esse hábito.

Há um certo conforto íntimo em seguir um hábito paterno; uma certa segurança e uma certa doçura. Estou pensando agora se quando ficar um pouco mais velho não comprarei uma cadeira de balanço austríaca. Os decoradores modernos a ignoram; já se inventaram dela mil versões modificadas, mas ela ainda existe na sua graça e leveza original. É respeitável como um guarda-chuva, e intensamente familiar. A gente nova a despreza, como ao guarda-chuva. Paciência. Não sou mais gente nova; um guarda-chuva me convém para resguardo da cabeça encanecida*, e talvez o embalo de uma cadeira de balanço dê uma cadência mais sossegada aos meus pensamentos, e uma velha doçura familiar aos meus sonhos de senhor só.


(Rubem Braga. Coisas antigas. In ______. Ai de ti, Copacabana. 21. ed. Rio de Janeiro, Record, 1999, p. 67-68. Adaptado)


*encanecido: com cabelos embranquecidos

Assinale a alternativa em que a construção – … guarda-chuva me convém… – está corretamente reescrita, conforme a norma-padrão, com o termo guarda-chuva no plural.


A

Guarda-chuvas serve para mim.


B

Guarda-chuvas são convenientes para mim.


C

Guarda-chuvas é de serventia para mim.


D

Guarda-chuvas são necessário para mim.


E

Guarda-chuvas é úteis para mim.