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O orvalho da noiteBrinca na luz do luarQuem acredita em...

O orvalho da noite

Brinca na luz do luar

Quem acredita em sereia

Sabe os segredos do mar


A cachoeira cantando

É a canção natural

Sempre lembrando pra gente

Que amar nunca faz mal


Teu amor é cebola cortada, meu bem

Que logo me faz chorar

Teu amor é espinho de mandacaru

Que gosta de me arranhar


Teu olhar é cacimba barrenta, meu bem

Que eu gosto de espiar


[....]


Disponível em: https://www.letras.mus.br/fagner/45907/#album:raimundo-fagner-1993 Acesso em: 6 jun. 2023.


Dadas as afirmativas acerca das figuras de linguagem empregadas na letra da canção,


I. É possível perceber, na primeira estrofe do texto poético, a figura “aliteração”, que consiste na repetição dos mesmos sons consonantais.

II. Na segunda estrofe da canção, o autor transforma a “cachoeira” em pessoa que “canta” e “lembra”, intensificando assim a força poética da descrição, por meio da figura de linguagem “prosopopeia”.

III. No 1º e no 3º verso (3ª estrofe), a associação de ideias possibilitou ao poeta exprimir seu estado de espírito por meio da figura de linguagem “metáfora”.


verifica-se que está/ão correta/s


A

I, II e III.


B

II e III, apenas.


C

I e III, apenas.


D

II, apenas.


E

I, apenas.