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Aristóteles, fiel aos princípios de sua filosofia especulativa, e após ter feito uma análise e um estudo da psicologia humana, verifica que em todos os seus atos o homem se orienta necessariamente pela ideia de bem e de felicidade e que nenhum dos bens comumente procurados (a honra, a riqueza, o prazer) preenche esse ideal de felicidade.
COSTA, José. S. Tomás de Aquino: a razão a serviço da fé. São Paulo: Moderna, 1993, p. 67.
Assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase desse texto.
Coerente com os fundamentos de sua teoria, Aristóteles, após pesquisar a psicologia humana, apresenta a busca pelo bem e pela felicidade como atributos do ser humano e os bens materiais como desvios de um ideal de felicidade.
O poeta é fiel à sua filosofia especulando, desde o princípio, a existência de uma felicidade ideal, inalcançável para aqueles que buscam a fama, o dinheiro e a luxúria, mas que pertence ao bem comum, como proposto por Aristóteles.
Aristóteles foi um filósofo fiel aos princípios de sua especulação e, após fazer uma análise com um psicólogo, concluiu que todos nós queremos ser felizes, embora busquemos sempre bens imediatos como a honra, a riqueza e o prazer. O que só nos afasta da verdadeira felicidade.
A psicologia humana, segundo Aristóteles, consiste na busca da felicidade e da bondade numa perspectiva altruísta. Para o autor, só há felicidade no amor ao próximo e nas boas práticas que nos afastam dos chamados bens materiais.
A fidelidade de Aristóteles aos seus preceitos filósofos garante que, embora o homem seja capaz de encontrar a felicidade temporária em atributos imediatistas (honra, riqueza, prazer), apenas com a prática do bem como filosofia é que se pode encontrar o equilíbrio.