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No trecho “o fato exige uma providência que leve...

Quando a segurança pública de uma cidade começa a ser alvo de críticas, motivo de pautas dos veículos de comunicação e começa a exigir medidas administrativas internas para que retome seu rumo, o fato exige uma providência que leve tranquilidade à população - geralmente sem ter muito a quem recorrer.

(...) Quem ouve rádio, faz leitura dos jornais e assiste televisão acompanha, com medo e preocupação, as macabras estatísticas. A violência desenfreada e fora de controle nos grandes centros no Brasil, nos últimos tempos, já não surpreende ninguém. Os assassinatos constantes na Bahia, e em todos os meses no Rio de Janeiro e na periferia de São Paulo, estão na mente de todos nós diariamente. Brasília, a mais nova metrópole do país, para nossa tristeza, começa a ilustrar esse nada consagrador painel de crimes urbanos. A estatística não falha, basta conferir.

A comunidade, que não acompanha e nem se baseia em pesquisa para sair de casa, cobra das autoridades medidas mais visíveis e efetivas. Os parques e os locais frequentados pela população, para o lazer, devem ser melhor policiados. Todos eles, em vários pontos da cidade, carecem de melhor atenção e cuidados em relação à segurança. O ideal seria que a polícia, ou agentes de segurança, tenham postos fixos de atuação nesses locais, e não apenas esporadicamente.


(Disponível em https://www.correiobraziliense.com.br/ opiniao/2023/10/5134713-artigo-seguranca-publica-e-cidada nia.html)

No trecho “o fato exige uma providência que leve tranquilidade à população — geralmente sem ter muito a quem recorrer”, a palavra “que” é


A

um pronome relativo anafórico com função de sujeito.


B

uma conjunção subordinativa integrante com função de objeto.


C

uma particula de realce, por isso vem seguida de adjetivo.


D

uma conjunção coordenativa explicativa, equivalente a pois.


E

um pronome indefinido empregado para apontar a pontar à ideia seguinte.