

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Texto para as questões 1 a 6.
REI DOS SONS
De estalar de dedos a berimbau, tudo virava música nas mãos do percussionista Naná Vasconcelos
NO PALCO, Naná Vasconcelos só não fazia chover. Pensando bem, fazia sim: utilizando o coro e as palmas do público, ele reproduzia o som da chuva caindo nas folhas da selva amazônica.E Juvenal de Holanda, nome com que foi batizado há 71 anos, tinha muitos outros atributos. Transformou o berimbau em protagonista de suas performances, mas não se limitou a ele. Nas mãos de Naná, tudo virava música: de baterias eletrônicas a um simples estalar de dedos.
Nascido no Recife, Naná Vasconcelos ganhou seu primeiro instrumento aos 11 anos – um bongô, presente do pai, que também era músico. Aos 12, passou a tirar seu sustento tocando em bailes na capital pernambucana. Em 1967, mudou-se para o Rio de Janeiro e na década de 70 começou a carreira internacional, primeiro na banda do saxofonista argentino Gato Barbieri, depois em projetos ao lado de Egberto Gismonti, do trompetista Don Cherry (no grupo Codona) e do guitarrista Pat Metheny. De volta ao Brasil, empenhou-se no PercPan, festival que trazia grandes percussionistas ao país. Por oito vezes, foi eleito o melhor percussionista em votação da revista de jazz DownBeat. Em 2015, diagnosticado com câncer no pulmão, submeteu-se a quimioterapia, mas não parou. Abriu os festejos do Carnaval pernambucano deste ano e estava planejando uma turnê internacional com o amigo Gismonti. Na manhã do dia 9, teve uma parada respiratória e não resistiu. Com ele, vai embora grande parte da história da percussão brasileira.
(Revista VEJA nº. 11. 16/março/ 2016, p.95)
Assinale a alternativa CORRETA.
Em transformou, temos dígrafo vocálico e dígrafo consonantal.
Em folha, como em chuva, temos cinco letras e quatro fonemas.
Em simples, temos um dígrafo consonantal e nenhum dígrafo vocálico.
Em história, temos oito letras e oito fonemas enquanto em percussão, temos nove letras e oito fonemas.