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Considere o seguinte trecho do texto adaptado de Fabrício Carpinejar:
"E, de repente, quem ama muito nem diz 'eu te amo', economiza no 'eu te amo', porém é abundante na prática da reciprocidade."
Com base nos estudos sobre vícios de linguagem, analise a construção da frase e assinale a alternativa correta:
O uso de "economiza no 'eu te amo'" constitui ambiguidade, já que o termo "economizar" pode ser interpretado como uma crítica à falta de verbalização do sentimento.
O trecho apresenta redundância, caracterizando um pleonasmo vicioso, pois a expressão "abundante na prática da reciprocidade" reforça de maneira desnecessária a ideia já subentendida em "quem ama muito".
A frase está livre de vícios de linguagem, sendo a repetição de "eu te amo" um recurso estilístico intencional para reforçar a reflexão crítica sobre a importância da demonstração prática de amor.
Há um exemplo de cacofonia na repetição de "eu te amo", uma vez que a sonoridade gera uma construção desagradável ao ouvido, comprometendo a clareza do texto.


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