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“Oh! Meu Cravinhos tão querido!” (última estrofe). À...

O texto abaixo deve ser lido com atenção para responder às questões 01 a 10:


Minha terra tão formosa,

Cheia de tantos encantos.

Onde a infância descuidosa

Vive sem dores nem prantos!


Cravinhos! Linda terra,

De pujantes cafezais,

Que se perdem no horizonte

como imensos matagais!


As manhãs de minha terra,

Fartas de luz, de perfume,

Como nenhuma outra encerra,

Bem podem cantar os numes!


E as noites enluaradas

De um céu coalhado de estrelas

Tais como contos de fadas

Nunca mais hei de esquecê-las!


Oh! Meu Cravinhos tão querido!

Tão meigo e belo torrão!

Oh! Recanto estremecido

Que guardo em meu coração!


<Disponível em

https://cravinhos.sp.gov.br/?menu=noticia_detalhe&id=1

0302. Acesso em 20/01/2025>

“Oh! Meu Cravinhos tão querido!” (última estrofe).


À primeira vista pode parecer que há um erro de concordância no par de palavras “Meu Cravinhos”, pois um termo está no singular e outro no plural. No entanto, como se trata de um hino, compreendemos que há no texto uma palavra implícita, com a qual o pronome “Meu” está concordando. Essa palavra implícita é:


A

Sociedade.


B

Cidade.


C

Municipalidade.


D

Município.