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A Internet adora transformar animais bebês fofos em sensações virais. Mas o que acontece com o cérebro humano quando vemos algo adorável e por que estamos tão interessados em compartilhar essas coisas com outras pessoas nas mídias sociais?
“Buscamos a fofura porque ela nos faz sentir bem!”, explica Joshua Paul Dale, professor da Universidade Chuo, em Tóquio. “A percepção da fofura atrai nossa atenção muito rapidamente — dentro de 1/7 de segundo — acionando uma resposta no córtex orbitofrontal, a rede de prazer e recompensa do cérebro", diz o especialista.
Essa atividade neural rápida parece ser seguida por processos de avaliação mais lentos que provocam comportamento de cuidado, diminuem a agressão e ativam redes envolvidas em brincadeiras, empatia e compaixão.
Entre as características que determinam a fofura estão: uma cabeça grande em relação ao tamanho do corpo; uma testa proeminente; olhos grandes e baixos na cabeça; nariz e boca pequenos e fechados; bochechas e corpo redondos e rechonchudos; extremidades curtas e grossas; e movimentos vacilantes. A resposta de nosso cérebro à fofura é uma adaptação evolutiva: a fofura desencadeia um comportamento inato de cuidado, nutrição e proteção para aumentar a probabilidade de sobrevivência da espécie.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Considerando o trecho retirado do texto, assinalar a alternativa que apresenta um sinônimo e um antônimo, respectivamente, para a palavra sublinhada.
Mas o que acontece com o cérebro humano quando vemos algo adorável e por que estamos tão interessados em compartilhar essas coisas com outras pessoas nas mídias sociais? (1º parágrafo)
Desagradável | encantador.
Odiável | encantador.
Horrível | desagradável.
Encantador | odiável.