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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Por mais desenho animado
Minha esposa é apaixonada por animações e filmes infantis. Não a censuro. Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores.
O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir às lutas da vida. Os desenhos animados da infância traziam mensagens importantes: quem age com maldade sempre acaba derrotado.
O Coiote não capturava o Papa-Léguas, Tom sempre era enganado por Jerry, e Hortelino terminava como piada do Pernalonga. Vilões como Dick Vigarista e Frajola nunca triunfavam. Essas lições reforçavam que não era azar, mas uma justiça invisível protegendo o bem.
Quero acreditar em que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades. A justiça não é só para crianças; adultos também podem aprender com essas histórias.
Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem. O sucesso baseado no ódio é efêmero, enquanto a verdade e a retidão triunfam com o tempo.
Deixe o destino agir contra aqueles que foram como os vilões dos desenhos em sua vida. Afinal, o que vai, volta.
Fabricio Carpinejar - Texto Adaptado
https:/Avww.otempo.com .br/opiniao/fabricio-carpinejar/por-mais-desenho-animado-1.3344603
Os vícios de linguagem ocorrem quando há desvios que comprometem a correção ou a clareza da comunicação. Em relação aos vícios de linguagem e seus exemplos, analise as alternativas abaixo e escolha a correta:
O neologismo é um vício de linguagem que ocorre ao se reutilizar expressões ultrapassadas ou arcaicas, tornando o texto antiquado e pouco compreensível para a maioria dos leitores.
A presença de termos como "internet" e "software" caracteriza o uso de estrangeirismos, que, embora comuns, podem comprometer a identidade da língua quando utilizados de forma excessiva e sem contextualização adequada.
O uso repetitivo de palavras em uma mesma frase configura barbarismo, sendo considerado erro gramatical em contextos formais, como textos acadêmicos e jurídicos.
A ambiguidade, também chamada de cacofonia, é um vício que se manifesta exclusivamente na junção sonora de palavras, gerando interpretações duplas ou confusas.