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“A diretora do CEEP ICEIA, Maribel Silva, explica que já é...

TEXTO:

Escolas da rede estadual inovam com alternativas criativas ao uso do celular

Para tornar os intervalos mais interativos e

oferecer alternativas ao uso do celular, unidades da

rede estadual da Bahia estão promovendo atividades

que estimulam a socialização e o lazer dos estudantes.

5 No Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP)

em Formação e Eventos Isaías Alves (ICEIA), em

Salvador, a área verde foi transformada em um

espaço de convivência, onde os alunos brincam com

jogos interativos, como xadrez, uno e cubo mágico, além

10 de tocar instrumentos musicais e compartilhar suas

canções favoritas. A iniciativa busca tornar o ambiente

escolar mais acolhedor e dinâmico, incentivando o

contato humano e a troca de experiências.

Essas ações fazem parte de um movimento para

15 enriquecer a convivência escolar, especialmente após

a regulamentação do uso de celulares nas escolas

(Lei Federal no 15.100, de 13 de janeiro de 2025).

Para apoiar esse processo, a Secretaria da Educação

do Estado (SEC) disponibilizou um documento com

20 orientações detalhadas no site aqui, garantindo que

todas as escolas tenham suporte para implementar

estratégias alinhadas ao seu contexto.

A diretora do CEEP ICEIA, Maribel Silva, explica

que já é feito um trabalho em sala de aula sobre o

25 uso do celular, especialmente nos cursos técnicos que

demandam a tecnologia. No entanto, nos intervalos,

o desafio era reduzir o uso excessivo. “Começamos a

incentivar que os estudantes trouxessem livros, jogos

e instrumentos musicais para um momento cultural.

30 Já percebemos uma grande adesão e as famílias

também estão apoiando. O ambiente escolar está

mais leve e alegre”, avalia.

A diretora destaca, ainda, que até o foco na

aprendizagem melhorou. “A lei veio para somar e

35 garantir a saúde mental dos nossos estudantes. É,

realmente, um ganho pedagógico”, comemora. A

iniciativa também é elogiada pelas famílias, como

Marli Silva, mãe do estudante Gustavo Conceição.

“O celular dispersa a atenção e prejudica os estudos.

40 Agora, os estudantes vão interagir mais e focar nos

conteúdos em sala de aula”. O aluno Enzo Miranda,

do 3º ano de Informática, concorda. “A escola é

um espaço de educação, crescimento intelectual e

desenvolvimento pessoal”.

Disponível em: <https://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-02/

1557/escolas-da-rede-estadual-inovam-com-alternativas-criativas-ao-uso-do-celular>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.

“A diretora do CEEP ICEIA, Maribel Silva, explica que já é feito um trabalho em sala de aula sobre o uso do celular, especialmente nos cursos técnicos que demandam a tecnologia.”


Com base nos estudos sobre subordinação das orações e considerando as duas orações introduzidas por “que”, em destaque pode-se afirmar:


A

A primeira oração introduzida por “que” funciona como oração subordinada substantiva objetiva direta, pois completa o sentido do verbo “explica”, e a segunda “que demandam a tecnologia” funciona como oração subordinada adjetiva restritiva, qualificando “cursos técnicos”.


B

A primeira oração introduzida por “que” exerce a função de predicativo do sujeito, enquanto a segunda restringe o sentido de “cursos técnicos”, configurando-se como oração subordinada adjetiva restritiva.


C

Ambas as orações introduzidas por “que” são subordinadas adverbiais finais, pois exprimem a finalidade do discurso diretivo.


D

A primeira oração introduzida por “que” é uma oração subordinada substantiva subjetiva, pois atua como sujeito de “explica”, e a segunda apresenta efeito meramente enfático, sem função sintática definida.


E

Ambas as orações introduzidas por“que” são subordinadas substantivas apositivas, porque especificam o significado de “trabalho” e de “cursos técnicos”.