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Texto para as questões de 1 a 10.
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES
Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.
A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.
Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
Na oração “O estudo que analisou 84 voluntários humanos fizera experiências em ratos de laboratório”, o termo em destaque é um verbo que está conjugado no
modo subjuntivo, no tempo pretérito imperfeito, porque faz referência a uma ação verbal desejada no passado.
modo subjuntivo, no tempo pretérito imperfeito, porque faz referência a uma ação no passado dependente de uma ação também já passada.
modo indicativo, no tempo pretérito mais-que-perfeito, porque faz referência a uma ação no passado anterior a outra ação também no passado.
modo indicativo, no tempo pretérito imperfeito, porque faz referência a uma ação anterior ao presente, mas ainda não concluída.
modo indicativo, no tempo pretérito perfeito, porque faz referência a uma ação concluída no passado.