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Assinale a função da vírgula antes da aditiva “e” em: “A...

Analise o texto a seguir para responder às questões 61 a 66:


TEXTO IV

POR QUE O BRASIL GUARDOU ARROZ E FEIJÃO NO 'COFRE DO APOCALIPSE'?


Imagine um grande backup de sementes de quase todo o mundo, protegendo a humanidade contra um evento apocalíptico ou catástrofe global que nos faça recomeçar do zero. Assim é o Seed Vault, conhecido como “cofre do apocalipse” ou “arca de Noé das plantas”. Foi nesse grande banco de dados genéticos que o Brasil depositou seus cultivares de arroz e feijão no fim de fevereiro, precavendo o nosso país do “fim do mundo”.

“Tive o privilégio de entregar pessoalmente as caixas para depósito nesse banco. As sementes dessas cultivares de arroz e feijão e a diversidade contida nelas estarão preservadas por décadas”, diz Elcio Perpetuo Guimarães, chefe-geral da Embrapa Arroz e Feijão, ao UOL.

Ele é operado em uma parceria entre o Ministério Norueguês de Alimentos e Agricultura, o banco regional de genes NordGen e o Crop Trust, uma organização internacional independente. A ideia, no entanto, foi concebida na década de 1980 por Cary Fowler, ex-diretor executivo do Crop Trust, e só começou a se tornar realidade depois que um Tratado Internacional de Sementes, negociado pela ONU, foi assinado em 2001.


Disponível em: <https://abrir.link/wlxUt> . Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2025.

Assinale a função da vírgula antes da aditiva “e” em: “A ideia, no entanto, foi concebida na década de 1980 por Cary Fowler, ex-diretor executivo do Crop Trust, e só começou a se tornar realidade depois (...)”.


A

A vírgula ocorre porque marca o encerramento de um aposto, não sendo motivada pela presença da conjunção “e”, mas pela necessidade de isolar a intercalação.


B

Trata-se de um caso de vírgula pleonástica, ou seja, inserida por convenção gráfica, sem função sintática ou discursiva, o que a torna opcional e irrelevante para a interpretação do enunciado.


C

A vírgula precede a conjunção e marca uma intercalação sintática, sendo obrigatória por isolar o sujeito posposto da oração coordenada aditiva, segundo norma-padrão gramatical.


D

É empregada para evitar ambiguidade rítmica e estrutural, já que o segundo membro coordenado introduz uma estrutura oracional complexa e de peso informativo maior, o que autoriza a inserção de pausa gráfica antes do conectivo.