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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fim da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D'uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas — isso dói, me aflige...
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fico só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme...
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/.
Acesso em 28/08/2025
No trecho “Julgo que tudo me escarnece, apoda” (verso 10), o elemento em destaque é:
uma conjunção integrante, que introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta
uma conjunção integrante, que introduz uma oração subordinada substantiva subjetiva
um pronome relativo, que introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa
um pronome relativo, que introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva