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TEXTO IV
CANÇÃO SARGENTO MAX WOLFF FILHO
I
Em mil novecentos e onze,
no interior do Paraná,
nasceu um herói de guerra
para o Brasil se orgulhar.
Fiel e audaz voluntário,
intrépido nas decisões,
o guerreiro ardoroso não teme,
cumpre sempre as suas missões.
II
No campo ardil da batalha,
o infante empunha o fuzil,
carrega no peito estandarte,
glória do nosso Brasil.
Deixou para nós o legado
repleto de fé e ações
do soldado até o comandante,
somos todos fiéis guardiões.
Estribilho
A Pátria enaltece
seu bravo tão querido,
sargento Max Wolff Filho,
valoroso e aguerrido!
FIGUEIREDO, Denir; TONIOLO, Marcos Cesar. Canção Sargento Max Wolff Filho. 2021. Disponível em:
https://www.sgex.eb.mil.br/sg8/006_outras_publicacoes/07_publicacoes_diversas/08_departamento_de_educacao_e_cultura_
do_exercito/port_n_135_decex_18maio2022.html. Acesso em: 07OUT2024.
A Escola Literária Simbolista começa a se definir com clareza a partir do ano de 1891, com o surgimento de poetas em torno do jornal carioca Folha Popular, que começou a publicar artigos de autores deste viés estético-literário. Esse movimento se consolida com o lançamento da obra:
Missal e de Broquéis, de Cruz e Souza.
Os Sertões, de Euclides da Cunha.
Primeiros Sonhos, de Raimundo Correia.
O Tratado da Metrificação, de Olavo Bilac.
Macunaíma, de Mário de Andrade.