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"O impacto do estresse crônico pode ir além de enjoos...

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 25 a 30.


Como o estresse crônico influencia o apetite?


O impacto do estresse crônico pode ir além de enjoos passageiros ou da fixação em açúcar.

Quando o nosso corpo está sob estresse, o fluxo sanguíneo é inundado de açúcar, fazendo com que a insulina (o hormônio que regula os níveis de glicose) fique momentaneamente menos eficaz, explica Sinha.

Com isso, a glicose permanece no fluxo sanguíneo, em vez de ser usada para obtenção de energia, o que causa aumento dos níveis de açúcar no sangue.

É por este motivo que as pessoas que sofrem de estresse crônico correm o risco de desenvolver resistência à insulina e altos níveis de açúcar no sangue a longo prazo. Isso pode gerar ganho de peso ou condições como diabetes.

Por outro lado, ganhar peso pode tornar o nosso corpo mais suscetível a mudanças de apetite.

As pessoas com excesso de gordura corporal são geralmente mais propensas a apresentar resistência à insulina. Isso significa que, quando elas estão estressadas, seu cérebro irá pedir ainda mais açúcar.

"Chamamos isso de ciclo de alimentação antecipada, ou seja, uma coisa leva à outra", explica a psicóloga. "É um círculo vicioso, mais difícil de romper porque ficamos presos nele."

Como parar de comer por estresse?

Elaborar planos para administrar o estresse antecipadamente é uma das melhores formas de evitar comer demais durante um período agitado, indica Storoni.

Não esqueça o básico — e o sono é fundamental.

"Eu sugeriria realmente se concentrar no sono como fator principal, simplesmente porque ele reinicializa o trio de órgãos envolvidos na reação ao estresse", orienta ela.

O sono coloca novamente em equilíbrio aquela pequena parte do cérebro chamada de hipotálamo, a pituitária e as glândulas adrenais, interrompendo a produção dos hormônios do estresse.

"Dormir pouco, na verdade, amplifica todos os desejos e a necessidade de alimentos açucarados, pois a falta de sono faz com que o cérebro precise de mais energia", explica Storoni.

Fazer exercícios também pode melhorar nossa capacidade de substituir o estresse por um estado relaxado, melhorando a função cerebral, segundo ela.

E, se estivermos às vésperas de um período de altas pressões, podemos ajudar a combater o excesso de alimentação por estresse se nos concentrarmos nestes pontos básicos.

"Faça tudo o que mantenha seus parâmetros absolutamente normais", destaca Storoni.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77zy3mjezpo

"O impacto do estresse crônico pode ir além de enjoos passageiros ou da fixação em açúcar."

"O sono coloca novamente em equilíbrio aquela pequena parte do cérebro chamada de hipotálamo, a pituitária e as glândulas adrenais, interrompendo a produção dos hormônios do estresse."


Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes nos trechos, indique com V (verdadeiro) ou F (falso) a correção de cada um.


(__)O vocábulo 'enjoos' é um exemplo de palavra que perdeu o acento com o Novo Acordo Ortográfico, assim como as palavras 'epopeia' e 'joia'.

(__)O vocábulo 'crônico' recebe acento devido à regra das palavras cuja antepenúltima sílaba é tônica, as quais são obrigatoriamente acentuadas.

(__)O vocábulo 'pituitária' apresenta uma vogal tônica que forma hiato com a vogal anterior, o que justifica a sua acentuação.

(__)O vocábulo 'açúcar' é acentuado por ser uma paroxítona terminada em 'r'. Entretanto, ao ser flexionado para o plural, sua classificação quanto à tonicidade se altera.


A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:


A

V, V, V, V.


B

F, V, F, F.


C

F, F, V, V.


D

V, V, F, V.