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Nas práticas comunicacionais mais formais — como documentos institucionais, textos jornalísticos e pronunciamentos oficiais — espera-se o emprego rigoroso das normas de concordância e regência, tanto verbal quanto nominal. Ainda que, em muitos casos, haja formas alternativas aceitas pela tradição e pelo uso, a gramática normativa estabelece critérios estruturais para a organização desses elementos na oração.
Com base nesse cenário e à luz das normas de sintaxe de concordância e regência verbal e nominal, considere as análises abaixo e assinale a alternativa plenamente compatível com os preceitos normativos consagrados.
A forma verbal deve concordar com o núcleo do sujeito, sendo essa uma regra inflexível inclusive nos casos em que o sujeito é partitivo, como em "a maioria dos presentes votaram contra", cuja forma verbal no plural é a única aceitável por conta do substantivo plural mais próximo.
A regência nominal exige que os nomes que indicam sentimento, como "simpatia", exijam preposição "a" quando seguidos de termos específicos, de modo que a construção "simpatia por causas sociais" configura impropriedade sintática e fere a regência normativa.
Em construções com sujeito oracional, como em "É necessário que todos estejam atentos", a concordância do predicativo com o verbo ser deve ser feita no plural, haja vista a pluralidade do sujeito oracional que exerce função de núcleo do predicado.
A concordância nominal exige que o adjetivo posposto a dois ou mais substantivos de gêneros diferentes vá para o masculino plural, como em "ética e comportamento exemplar", cuja forma ideal, segundo a norma, seria "ética e comportamento exemplares".