Leia o fragmento a seguir:
Não é que faltem livros. Falta fôlego para lê-los. O problema não é o acervo é a ansiedade, sempre convidando o leitor a abandonar a página seguinte para correr atrás do próximo brilho de tela.
Nesse trecho, o autor constrói sua argumentação principalmente por meio de:
enumeração objetiva de causas estruturais.
oposição entre disponibilidade material e comportamento contemporâneo.
descrição neutra de práticas de leitura cotidianas.
apelo emocional baseado em relatos autobiográficos.