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Assinale a frase em que houve troca indevida entre acento/assento.
“Descavalgados, os dois guerreiros tomaram nos braços a irmã de Pelágio e foram recliná-la sobre um montículo coberto de relva e musgos, que, pela sua situação no lugar onde, provavelmente, ficava a divisão entre o pretório e a parte inferior do campo, dava indícios de ser o assento das aras dos deuses, que os romanos usavam colocar no meio dos arraiais.” (Eurico, o Presbítero – Alexandre Herculano)
“- Entendo-te, altiva filha dos godos -replicou Abdulaziz. - Falas do que vós outros chamais Pelágio, e que só de noite ousa sair das solidões das suas montanhas para acometer as tribos de Almogrebe que fizeram assento no conquistado.” (Eurico, o Presbítero – Alexandre Herculano)
“Às vezes, Pelágio e os seus soldados desciam das montanhas para largas correrias, semelhantes à tempestade noturna, e, como a tempestade, passava elas tendas dos árabes ou pelas aldeias, despovoadas de cristãos, onde os infiéis começavam a fazer assento.” (Eurico, o Presbítero – Alexandre Herculano)
“E Hermengarda sentia ao contacto daquela mão fria e trêmula apertando a sua, no assento dessas frases, tempestuosas como o oceano, tristes como céu proceloso, que lá, no peito do vulto que tinha ante si, havia um coração de homem vivo, onde chaga antiga e cancerosa vertia ainda sangue.” (Eurico, o Presbítero – Alexandre Herculano)
“- Houve um tempo em que não a foi: - replicou Juliano com o acento da cólera misturada de indignação e tristeza: - mas Vítiza dorme debaixo de uma lousa o sono da eternidade, e o seu assassino chama-se o rei dos godos.” (Eurico, o Presbítero – Alexandre Herculano)