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Leia o trecho do poema O poeta da roça:“Não tenho sabença...

Leia o texto a seguir e responda às questões 11, 12, 13, 14 e 15.

TEXTO III

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça

Não entra na praça, no rico salão

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito.

Disponível em: https://www.culturagenial.com/cordel-nordestino-poemas/ Ac

Leia o trecho do poema O poeta da roça:


“Não tenho sabença, pois nunca estudei Apenas eu seio o meu nome assiná”


A forma verbal “tenho”, do verbo ter, apresenta irregularidade em sua conjugação.


Assinale a alternativa em que os verbos também são irregulares:


A

Ser, estar.


B

Comer, amar.


C

Partir, sorrir.


D

Pintar, brincar.