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Leia o texto a seguir.
A violeta é introvertida e sua introspecção é profunda. Dizem que se esconde por modéstia. Não é. Esconde-se para poder captar o próprio segredo. Seu quase não-perfume é glória abafada mas exige da gente que o busque. Não grita nunca o seu perfume. Violeta diz levezas que não se podem dizer.
LISPECTOR, Clarice. Água Viva. Rio de Janeiro: Rocco, p. 53, 1998.
Na descrição poética que a narradora faz sobre a flor violeta, predomina a figura de linguagem
hipérbole.
eufemismo.
aliteração.
prosopopeia.