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Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente e a...

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


Como falar o que sente e o que pensa


Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.

Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.


Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente e a formação do vocábulo "bem-estar" em "Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar", assinale a alternativa que apresenta análise correta acerca do emprego do hífen nesse contexto.


A

O emprego do hífen resulta de formação prefixal produtiva, em que "bem-" atua como prefixo invariável que exige hífen independentemente da classe da palavra seguinte.


B

O hífen justifica-se por tratar-se de composição com o advérbio "bem" anteposto a substantivo, formando unidade lexical com significado próprio, consagrado pelo uso e pela tradição normativa.


C

O uso do hífen fundamenta-se na manutenção da tonicidade do segundo elemento da composição, regra aplicável sempre que o primeiro elemento for monossílabo tônico.


D

A grafia com hífen explica-se por evitar ambiguidade sintática entre locução adverbial e composição nominal, sendo recurso facultativo conforme a intenção estilística do autor.


E

O hífen decorre de regra geral segundo a qual todo advérbio terminado em "-mente" ou elemento de valor circunstancial deve ligar-se por hífen ao substantivo subsequente.