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Sobre o nível de linguagem usado no trecho do romance a seguir, é correto afirmar que:
(...) Melhor, se arrepare: pois num chão, e com igual formato de ramos e folhas, não dá mandioca mansa, que se come comum, e a mandioca-brava, que mata? Agora, o senhor já viu uma estranhez? A mandioca doce pode de repente virar azangada - motivos não sei; às vezes se diz que é por replantada no terreno sempre, com mudas seguidas, de manaíbas - vai em amargando, de tanto em tanto, de si mesma toma peçonhas. E, ora veja: a outra, a mandioca-brava, também é que às vezes pode ficar mansa, a esmo, de se comer sem nenhum mal. (...) Arre, ele (o demo) está misturado em tudo (Rosa, João Guimarães. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 27).
é uma linguagem técnica e formal, com uso de jargões científicos para descrever o cultivo da mandioca.
é uma linguagem que se aproxima da norma culta da língua portuguesa, marcada pela obediência estrita às regras gramaticais e sintáticas.
é uma linguagem objetiva e direta, usada para fazer uma descrição precisa e formal sobre os dois tipos de mandioca cultivados.
é uma linguagem coloquial, com uso de expressões regionalistas e populares, e que se aproxima da oralidade.