A crônica de Rubem Braga parte de um relato da germinação de um pé de milho e culmina em uma implicação pessoal consequente desse advento. Sobre as ideias textuais, é IMPRÓPRIO afirmar que:
As imagens que emanam do vegetal denunciam um lirismo surreal do narrador.
A crônica penetra no reino narrativo em uma área fronteiriça entre o sonho e a realidade.
A abordagem do assunto é direta: a lua foi explorada em toda a sua beleza de satélite natural.
Com um olhar apurado, o autor demarca a região fronteiriça entre a imaginação e a observação.