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Zoo guarda histórias comoventes de tratadores com animais
Com uma frase emblemática — “Eles cuidam de mim, e eu cuido deles” —, Luiz Inácio Rosa Ribeiro, de 57 anos, o tratador mais antigo na Fundação Jardim Zoológico de Brasília, resume seu trabalho. São 40 anos dedicados a criar animais, que — ele garante — retribuem todo o afeto recebido.
A rotina agitada envolve dar comida, fazer a limpeza do recinto e garantir aos bichos uma vida saudável, com momentos de descontração e prazer. “Eles são praticamente minha vida”, diz.
A história preferida, que Luiz conta guardar sempre com carinho, mostra bem essa troca entre bichos e funcionários. Há alguns anos, ele e alguns colegas ajudaram uma lhama resgatada de um circo, que já não conseguia andar, a recuperar os movimentos. Eram horas durante o dia segurando o animal pela barriga para que ele reaprendesse a caminhar.
Tempo depois, quando a lhama já estava recuperada, Luiz teve uma grata surpresa quando foi alimentá-la. Ele ficou de costas para um veado catingueiro que tentou acertá-lo. “A lhama entrou na minha frente para me defender. Consegui colocar a comida e sair, tranquilamente”, conta, emocionado.
Adaptado de: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/w/zoo-guarda-historias-comoventes-de-tratadores-com-animais. Acesso em: 28 set. 2025.
O texto em análise é extraído de uma reportagem publicada pela Agência Brasília. Esse gênero textual tem como característica principal
relatar acontecimentos fictícios, com foco no enredo e nos personagens.
apresentar informações jornalísticas sobre fatos reais, geralmente de interesse público.
convencer o leitor a adotar determinado ponto de vista por meio de argumentos.
expor dados estatísticos em forma de tabelas e gráficos técnicos.
produzir humor a partir de situações cotidianas e linguagem informal.