

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Texto para as questões de 1 a 6.
Quando o legal não é suficiente no mercado imobiliário
O mercado testa diariamente o limite entre cumprir a lei e agir com ética. Ética é um conceito elástico, pois o que pode ser considerado dentro das quatro linhas para um não seria regra para outro.
No setor imobiliário, tensões éticas nos levam a revisitar regras às quais todos estamos sujeitos. Acerca disso, a advogada Natália Japur reflete sobre o espaço que existe entre o que é legal e o que é ético.
A regulação do setor não nasce do acaso. Ela decorre da necessidade de ordenar relações econômicas complexas. O risco está quando essas normas perdem contato com a realidade praticada pelo mercado.
“A normatização deve ser clara e objetiva para conseguir regular o setor”, afirma Natália. Quando as normas se tornam obsoletas, convertem‑se em obstáculo ou deixam de ser cumpridas.
O limite entre o legal e o ético é tênue. A depender da posição de quem analisa, uma mesma conduta pode ser justificada ou condenável. A função social da propriedade é exemplo dessa zona de tensão, que se manifesta em locação urbana, políticas habitacionais, desapropriações, incorporações e questões ambientais.
“É preciso reconhecer essa zona cinzenta e manter atenção aos objetivos da operação e aos seus efeitos”, orienta. Ir além da análise formal diferencia o profissional ético do operador oportunista.
Natália ressalta: “o imediatismo na obtenção de resultados e a fiscalização deficiente funcionam como vetores que impulsionam a flexibilização ou a quebra de princípios éticos”. O contraponto está na postura vigilante que vai além do formalismo legal. Não basta cumprir a letra da lei; é preciso observar a boa‑fé objetiva e a transparência.
Criatividade jurídica não é flexibilização ética. A primeira estrutura soluções dentro da base legal, e a segunda é distorção. “O uso oportunista de brechas legais e o desvio de finalidade não configuram criatividade, mas distorção”, define Natália.
Natália elencou transparência com práticas investidores inegociáveis: e adquirentes, cumprimento rigoroso das etapas de aprovação, observância dos parâmetros urbanísticos e ambientais e relação ética com o poder público.
Ética se constrói ou se corrói nas decisões quotidianas. O setor tem estrutura, arcabouço legal e talentos profissionais. Precisa agora de uma cultura que coloque ética não como limite, mas como vantagem competitiva.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
Na construção “Quando as normas se tornam obsoletas, convertem‑se em obstáculo ou deixam de ser cumpridas”, as formas verbais “tornam”, “convertem” e “deixam” estão no presente do indicativo. A partir dessa informação, assinale a opção que apresenta a reescrita do período com a correta transposição para o pretérito imperfeito do indicativo.
Quando as normas se tornaram obsoletas, converteram‑se em obstáculo ou deixaram de ser cumpridas.
Quando as normas se tornassem obsoletas, converter‑se‑iam em obstáculo ou deixariam de ser cumpridas.
Quando as normas se tornavam obsoletas, convertiam‑se em obstáculo ou deixavam de ser cumpridas.
Quando as normas se tornariam obsoletas, converter‑se‑iam em obstáculo ou deixariam de ser cumpridas.
Quando as normas se tornem obsoletas, convertam‑se em obstáculo ou deixem de ser cumpridas.