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• Texto para as questões de 1 a 5.
8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens
A educação financeira tem sido apontada por especialistas como uma ferramenta importante para o desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade entre crianças e adolescentes. Em um cenário marcado pelo aumento do consumo digital e pela facilidade de acesso ao crédito, famílias e escolas passaram a discutir com maior frequência estratégias capazes de estimular hábitos financeiros mais conscientes desde cedo.
Segundo educadores consultados pela reportagem, o aprendizado relacionado ao dinheiro não deve ocorrer apenas em momentos de dificuldade econômica. A orientação financeira pode ser incorporada ao cotidiano por meio de práticas simples, como planejamento de gastos, diferenciação entre necessidade e desejo, organização de metas e acompanhamento de despesas. Além disso, especialistas destacam que o exemplo dado pelos adultos exerce influência significativa sobre o comportamento financeiro dos jovens.
Outro aspecto mencionado refere-se ao impacto das redes sociais sobre o consumo impulsivo. A exposição constante a padrões de vida idealizados contribui para o aumento da ansiedade e para a construção de hábitos de compra pouco sustentáveis. Nesse contexto, a educação financeira é apresentada como mecanismo de formação cidadã, pois favorece decisões mais equilibradas e maior compreensão sobre planejamento econômico.
A reportagem também destaca que a abordagem do tema nas escolas pode contribuir para o desenvolvimento do pensamento crítico e da responsabilidade social. Para especialistas, ensinar educação financeira não significa incentivar acúmulo de riqueza, mas ampliar a capacidade de tomada de decisões conscientes relacionadas ao consumo, à poupança e ao uso responsável dos recursos disponíveis.
Adaptado de CNN BRASIL. 8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens. São Paulo, 6 jan. 2026. Disponível em: CNN Brasil Educação. Acesso em: 11 maio 2026.
Considerando as regras de acentuação gráfica e ortografia oficial aplicadas a vocábulos do texto ou a termos correlatos, assinale a alternativa que apresenta a correta justificativa normativa.
A palavra “saúde” é acentuada por ser uma oxítona terminada em vogal tônica, seguindo a mesma regra de acentuação de vocábulos como “herói” e “café”.
O substantivo “autonomia”, caso recebesse o prefixo “micro”, deveria ser grafado com hífen, resultando na forma “micro-autonomia” a fim de evitar a junção de vogais.
Os termos “estratégias” e “consciência” recebem acento gráfico pela mesma razão fundamental, por serem paroxítonas terminadas em ditongo oral.
O vocábulo “freqüência” mantém o uso do trema sobre a vogal u para indicar sua pronúncia como semivogal, conforme as orientações do último acordo ortográfico.