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Tratando-se do uso, ou não, do emprego do hífen, marque a alternativa indevida.
Não se emprega o hífen nos compostos com os advérbios “bem” e “mal”, quando estes formam com o elemento que se lhes segue uma unidade sintagmática e semântica e tal elemento começa por vogal ou “h”.
Quando o vocábulo não começar por vogal nem por “h”, não haverá hífen com o advérbio “mal”. Exemplos: malformação, malcozido, malcheiro.
Usa-se o hífen em vocábulos, cujo o advérbio “bem” pode não se aglutinar com palavras começadas por consoante. Exemplos: bem-criado, bem-nascido, bem-visto.
Não se aplica o hífen em compostos, cujo o advérbio “bem”, aparece aglutinado com o segundo elemento, (forma consolidada pelo uso), quer este tenha ou não vida à parte. Exemplos: benfazejo, benfeito, benquerença.