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Ao analisar o ensino de língua materna, Neves (2013) pondera que a escola deve
ampliar o espaço das práticas de oralidade, ainda que as práticas privilegiadas devam ser as de escrita, em conformidade com a norma de prestígio.
restringir o quanto possível o espaço da língua falada, considerando que ela frequentemente reproduz a linguagem com informalidade e descuido.
ser o lugar privilegiado de vivências de língua materna, explorando tanto a falada quanto a escrita, que não devem ser vistas como pares opositivos.
limitar o espaço da língua escrita, conforme preceituam os documentos oficiais, e enfatizar o ensino da fala e das variedades linguísticas.
promover a convivência de todas as formas de expressão linguística, evitando-se, contudo, a língua-padrão, que gera desinteresse dos alunos.